quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

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sábado, 7 de fevereiro de 2015

actividade do blog dirigida para Urbancreativity.org

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quarta-feira, 29 de outubro de 2014

Sobre o episódio da "suspensão/ censura" da revista análise social.

Sobre o episódio da "suspensão/ censura" da revista análise social.


1 - não existe má publicidade, se o objectivo seria não disseminar a mensagem ao provocar esta polémica maior será o impacto, o que satisfaz porque as mensagens valem por si não pelo "médium";


2 - a mensagem em causa é de facto uma versão/ visão parcial sobre o fenómeno, assumida e assinada, existem muitas outras análises com maior ou menor rigor cientifico e interpretação política;


3 - promova-se a diversidade de pontos de vista de análise sobre o fenómeno, analise-se, interprete-se e entenda-se o porquê e os como construir algo de forma colectiva positivamente (sem ideias feitas);

quarta-feira, 4 de junho de 2014

A ARTE E A CRIATIVIDADE URBANAS JÁ PEDIAM UMA CONFERÊNCIA


É um encontro amplo em torno de um fenómeno criativo que muda o rosto do espaço público e a nossa própria forma de viver a cidade: nos dias 3, 4 e 5 de julho, a arte e a criatividade urbanas são objeto de análise e reflexão numa conferência internacional a realizar no auditório da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa.
A diversidade das comunicações a apresentar, por oradores portugueses e estrangeiros, manifesta o largo alcance de um tema que é bem mais do que moda, estando na ordem do dia por um caldo de motivos: podemos mencionar o modo como redefine os conceitos de arte e faz a agenda cultural; a carga social e política que carrega; ou os reflexos na economia urbana.
A rua como atelier e espaço expositivo; a efemeridade da street art como traço a sublimar ou a possibilidade de lhe dar novo tempo em galerias e museus; a valorização da arte urbana como património cultural; a crítica e a intervenção sociais e políticas nas ações criativas; o trabalho conceptual de diferentes artistas; ou a importância da arte urbana na afirmação da marca de uma cidade são, então, alguns dos assuntos a expor ao longo dos três dias.
O trabalho do britânico Bansky ou dos brasileiros Os Gémeos, as esculturas humanas do fotógrafo Spencer Tunick ou a massa anónima que se junta num flash mob surgem nesta conferência como alguns dos exemplos de arte e criatividade urbanas. Já agora, ressalve-se que as referências internacionais, inevitáveis, não são as únicas, sendo várias as comunicações que versam sobre realizações de âmbito nacional.
Promovido pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e pela Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, o encontro tem, entre os oradores principais, Cedar Lewisohn, responsável pela exposição Street Art at Tate, que em 2008 foi precursora na introdução e reconhecimento do tema na agenda cultural mundial.
Refira-se, por último, que esta conferência surge na esteira do projecto CRONO, que em 2010-11 colocou Lisboa no mapa da arte e cultura urbanas.

Visita o website da Conferência Internacional de  Arte e Criatividade Urbana de Lisboa


in http://www.industriascriativas.com/NoticiaDetalhe.aspx?idN=2330

domingo, 13 de outubro de 2013

conferencias e cursos nascem como cogumelos


Lusíada

conferencia
http://newsletter.lis.ulusiada.pt/Home.aspx?p=articles&news=3281

curso
https://www.facebook.com/UniversidadeLusiadaLisboa/photos/gm.462313607194024/677466132270884/?type=1&relevant_count=1&ref=nf


GAU@FLUL - Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
No âmbito do nosso Programa Educativo, em resposta ao convite da FLUL e da Professora Teresa Malafaia, Coordenadora do Mestrado em Cultura e Comunicação, dando continuidade à frutuosa parceria desenvolvida nos anos anteriores, a GAU voltou a marcar presença desta feita no Seminário sobre arte urbana, realizado no âmbito do referido Mestrado, no passado dia 10 de Outubro.



Dinamia (ISCTE)
http://urbaninterventionslisbon.blogspot.pt/

FBAUL
http://www.fba.ul.pt/do-graffiti-passado-e-presente-de-uma-expressao-de-risco/

segunda-feira, 24 de junho de 2013

proposta de lei anti grafitos, afixações, picotagem e outras formas de alteração


Regime se aplica "aos grafitos, afixações, picotagem e outras formas de alteração, ainda que temporária, das características originais de superfícies exteriores de edifícios, pavimentos, passeios, muros e outras infraestruturas"

o oficial:
http://www.portugal.gov.pt/pt/os-ministerios/ministerio-da-administracao-interna/mantenha-se-atualizado/20130619-mai-regime-grafitos.aspx

nas noticias:
http://www.publico.pt/portugal/jornal/graffiti-so-com-licenca-e-depois-de-as-camaras-aprovarem-projectos-26732129#comments
http://p3.publico.pt/actualidade/sociedade/8339/graffiters-podem-pagar-coimas-entre-100-e-25-mil-euros
http://www.asjp.pt/2013/06/20/coimas-pesadas-para-quem-pintar-graffiti/

A intenção de 1 ano antes:
http://www.precariosinflexiveis.org/?p=368


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O espaço público é complexo por natureza. Através das múltiplas camadas de regras que sobre este incidem, emergem continuamente "atalhos" (voluntários ou involuntários).

Na prática da arquitectura paisagista nórdica é comum observar os "atalhos" que se formam pelas necessidades dos transeuntes para melhor entender quais são as contingências de projectar um percurso.

O valor da iniciativa desenvolvida pela necessidade do utilizador é algo que não poderá ficar retido nas "necessárias" regras de viabilização de funções vitais do espaço público.

Nas palavras do ministro da Administração Interna (Dr. Miguel Macedo) o Governo não pretende "confundir este tipo de actividades com arte que se realiza também em espaço público, em muitos casos em espaços disponibilizados para o efeito". De salientar a abertura para que exista arte em espaços que não são disponibilizados para o efeito.

O ónus da obtenção do equilíbrio entre o desenho e o desígnio reside cada vez mais nas organizações locais principalmente se vistas como focos de inovação e empreendedorismo.

Assim e tendo em vista a proposta de lei, sugiro que a melhor solução será a de delegar competências no nível mais local possível (Autarquias, Juntas de Freguesia, Associações), salvaguardando valores plásticos, de inovação e empreendedorismo de que tanto necessitam os nossos espaços urbanos.













Norman, Donald (2010). Living with Complexity. The MIT Press. ISBN 0-262-01486-6.

Linha de desejo (desier line) é o termo que se usa para